Medos
Em meio à incerteza de quando esse período de pandemia chegará ao fim, Jessica disse que convive com o medo diário de ser infectada pelo novo coronavírus e transmitir a doença aos colegas de trabalho e, principalmente, aos pais, de 52 e 53 anos, ambos cardiopatas.
“Eles são grupo de risco, e esse é meu medo, porque não tenho onde ficar. Minha irmã é hemofílica, então também está no grupo de risco”, afirmou.
A enfermeira contou que fez o teste para Covid-19 recentemente e o resultado foi negativo.
“Fiquei feliz por mim e por saber que estou me cuidando e cuidando de quem eu amo, além de cuidar de pessoas que, com certeza, não queriam estar ali”, ressaltou.
A profissional ainda fez um alerta às pessoas que continuam promovendo festas e manifestações, as quais geram aglomeração e aumenta o risco de contaminação pelo novo coronavírus.
“Mesmo que você não tenha nenhum amigo próximo ou familiar contaminado ou que tenha falecido, leve a sério, tenha empatia pelo próximo que sofre a dor da perda. Às vezes o fato de não vermos algo de perto, não quer dizer que não exista”, disse.

Medos
Em meio à incerteza de quando esse período de pandemia chegará ao fim, Jessica disse que convive com o medo diário de ser infectada pelo novo coronavírus e transmitir a doença aos colegas de trabalho e, principalmente, aos pais, de 52 e 53 anos, ambos cardiopatas.
“Eles são grupo de risco, e esse é meu medo, porque não tenho onde ficar. Minha irmã é hemofílica, então também está no grupo de risco”, afirmou.
A enfermeira contou que fez o teste para Covid-19 recentemente e o resultado foi negativo.
“Fiquei feliz por mim e por saber que estou me cuidando e cuidando de quem eu amo, além de cuidar de pessoas que, com certeza, não queriam estar ali”, ressaltou.
A profissional ainda fez um alerta às pessoas que continuam promovendo festas e manifestações, as quais geram aglomeração e aumenta o risco de contaminação pelo novo coronavírus.
“Mesmo que você não tenha nenhum amigo próximo ou familiar contaminado ou que tenha falecido, leve a sério, tenha empatia pelo próximo que sofre a dor da perda. Às vezes o fato de não vermos algo de perto, não quer dizer que não exista”, disse.